Quanto rende 150 mil na poupança?
Se você juntou ou recebeu esse dinheiro (ou tem planos), é válido buscar opções para fazer o dinheiro render e se multiplicar — e, claro, a poupança é uma das principais opções.
Mas será a melhor opção?
Vamos te mostrar quanto rende 150 mil na poupança e em outras opções de investimentos que podem ser melhores (e até mais seguras).
Boa leitura!
Importante: valores consideram o período atual {junho de 2026}, mas podem mudar a qualquer momento.
Quanto rende 150 mil na poupança?
Considerando a taxa de juros anual atual de cerca de 8,10%, R$ 150 mil investidos na poupança rendem por mês R$ 1.012,50. Após 12 meses, você terá acumulado o montante de R$ 12.611,37.
Atualmente, em janeiro de 2026, a poupança está rendendo 0,5% ao mês + TR, que varia mensalmente, mas ficou em torno de 1,97% acumulada no ano passado.
Pode parecer interessante, afinal, você vai receber essa quantia sem fazer nada.
Mas comparar quanto rende 150 mil na poupança com outros investimentos pode ser desmotivador, visto que o retorno financeiro proporcionado por esse ativo é muito baixo, sendo considerado uma das menores taxas de juros disponíveis no mercado.
Para te provar, vamos mostrar como existem muitos outros rendimentos vantajosos, que vão garantir um ótimo retorno mensal e proteger o seu patrimônio contra a inflação.

Quanto rende 150 mil no Tesouro Selic?
Se você aplicar R$ 150 mil no Tesouro Selic 2031, receberá mensalmente R$ 1.809,31, totalizando R$ 23.211,66 ao ano.
Atualmente, a Taxa Selic está correspondendo a 14,4%, conforme última atualização em junho de 2026.
CDB
Se você aplicar R$ 150 mil em um CDB que rende 100% do CDI, receberá o rendimento mensal equivalente a R$ 1.800,00, totalizando R$ 23.084,19 após 12 meses.
Isso acontece, pois atualmente a taxa do CDI está correspondendo a 14,40% (junho/2026), proporcionando um alto retorno financeiro para quem escolher esse tipo de ativo.
Fundos Imobiliários
Se você investir R$ 150 mil em um fundo imobiliário com DY de 11%, receberá mensalmente R$ 1.375,00 de dividendos, além da valorização do próprio ativo.
No entanto, precisamos alertar que os fundos imobiliários são investimentos de renda variável, cuja rentabilidade pode mudar conforme diferentes fatores do mercado.
Portanto, para saber quanto rende 150 mil em fundos imobiliários com maior precisão, você deve realizar simulações atualizadas, considerando o dividend yield médio daquele momento!
Vale a pena investir 150 mil na poupança?
Não!
Embora a poupança seja um dos investimentos mais tradicionais entre os brasileiros, está longe de ser uma boa opção quando o objetivo é rentabilidade.
Em alguns períodos, a poupança perde até para a inflação. Isso significa que, com o tempo, seu dinheiro pode perder poder de compra, mesmo estando guardado.
Além disso, ao comparar quanto rende 150 mil na poupança com os rendimentos proporcionados por outros ativos, percebemos que você também está perdendo bastante dinheiro!
Confira só:
| Meses | Poupança | Tesouro Selic | CDB 100% CDI | FIIs |
| 1 | R$ 1.012,50 | R$ 1.809,31 | R$ 1.800,00 | R$ 1.967,50 |
| 6 | R$ 6.178,44 | R$ 11.188,55 | R$ 11.129,23 | R$ 12.198,94 |
| 12 | R$ 12.611,37 | R$ 23.211,66 | R$ 23.084,19 | R$ 25.389,98 |
| 24 | R$ 26.283,06 | R$ 50.015,18 | R$ 49.720,92 | R$ 55.077,63 |
Portanto, investir R$ 150 mil na poupança é deixar de ganhar mais dinheiro com o mesmo nível de segurança.
Contudo, ao escolher outras opções de investimento, você consegue fazer uma grande diferença no crescimento do seu patrimônio e na conquista dos seus objetivos financeiros!
Como planejar sua carteira de investimentos sem a poupança?
Se você realmente deseja ver seu dinheiro render de forma mais eficiente, precisa montar uma carteira de investimentos diversificada — e sem a poupança!
Além disso, é importante que sua estratégia esteja alinhada aos seus objetivos e garanta bons retornos.
Aqui estão alguns passos que vão te ajudar:
1. Defina os seus objetivos financeiros
Antes de escolher qualquer investimento, é essencial entender para quê você está investindo, como:
- Você quer formar uma reserva de emergência?
- Comprar um imóvel em cinco anos?
- Aposentar-se com tranquilidade no futuro?
Essas metas influenciam o prazo e o risco que você pode assumir — o que serão fatores determinantes na hora de escolher os ativos que vão compor sua carteira.
Portanto, definir seus objetivos é o primeiro passo para montar uma estratégia eficiente.
2. Conheça as diferentes opções de investimentos
Agora que você já sabe quanto rende 150 mil na poupança e que não vale a pena deixar seu dinheiro nesse ativo, está na hora de conhecer outras opções!
Primeiro, é necessário entender que os investimentos são normalmente divididos em duas categorias principais: renda fixa e renda variável.
Os primeiros são os CDBs, Títulos do Tesouro Direto, LCIs, LCAs e entre muitos outros, os quais têm como principais características a previsibilidade e segurança.
Afinal, seus rendimentos são normalmente definidos no momento da contratação e não oscilam muito, promovendo maior estabilidade para os investimentos.
Por outro lado, há os investimentos de renda variável, como as ações, fundos imobiliários e ETFs. Essas opções têm maior potencial de rentabilidade, mas são muito influenciadas pelo mercado financeiro.
Em razão disso, são mais arriscadas e recomendadas para investidores mais experientes e com disposição para correr riscos.
Enfim, conheça todas as opções disponíveis no mercado, entenda o funcionamento de cada produto e selecione aquelas que façam sentido para os seus objetivos e o seu perfil de investidor.
3. Diversifique suas aplicações
A diversificação é a regra de ouro das finanças!
Ao combinar diferentes tipos de investimentos — com prazos, emissores e rentabilidades distintas — você diminui o impacto de perdas causadas por uma única aplicação e aumenta as suas chances de retorno consistente ao longo do tempo.
Inclusive, a diversificação da sua carteira não significa necessariamente combinar investimentos de renda fixa e de renda variável.
É possível se restringir somente a uma dessas modalidades, desde que você escolha ativos diversos — por exemplo, combinar CDBs de diferentes bancos ou distribuir o capital entre os variados títulos do Tesouro Direto.
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