Já pensou em alocar seus recursos para fora do país e expandir seu potencial de lucro? Então, você precisa aprender como investir fora do Brasil.
Dessa forma, você saberá como explorar novos mercados e aproveitar a variação cambial para aumentar ainda mais os seus rendimentos.
Ficou interessado? Continue conosco nesse conteúdo para aprender o passo a passo de como investir fora do Brasil e outras dicas importantes para esse processo. Boa leitura!
O que são os investimentos no exterior?
Os investimentos no exterior são ativos financeiros de outros países, comprados por investidores que visam diversificar a carteira, obter maior rentabilidade ou proteger o patrimônio da instabilidade econômica do nosso país.
Essas aplicações podem ser feitas de duas formas:
- Investimento direto: compra de ações de empresas estrangeiras, títulos de renda fixa ou fundos internacionais diretamente em corretoras de outros países;
- Investimento indireto: por meio de produtos disponíveis no mercado brasileiro que replicam o desempenho de ativos globais, como os ETFs e os BDRs.
É possível investir em outro país estando no Brasil?
Por conta da globalização do mercado financeiro e a expansão das corretoras digitais, é totalmente possível investir em ativos estrangeiros mesmo estando no Brasil.
Afinal, você não precisa residir nos Estados Unidos, por exemplo, para conseguir abrir uma conta em uma das suas corretoras de investimentos.
Além disso, como já dissemos, existem ativos negociados na própria Bolsa de Valores brasileira (B3) que replicam o desempenho de investimentos estrangeiros, permitindo que você tenha acesso ao mercado externo, sem nem precisar tirar seu capital do país.
Portanto, quando pensamos em como investir fora do Brasil, não é preciso estar fisicamente em outro país.
Onde investir fora do Brasil?
Quando falamos em como investir fora do Brasil, a maioria dos investidores pensa imediatamente nos ativos dos Estados Unidos, afinal, esse país possui o maior mercado econômico mundial, inclusive, abrigando a maior bolsa de valores mundial — a New York Stock Exchange (NYSE).
No entanto, você pode aplicar os seus recursos em diferentes países, caso apresentem um bom desempenho, estabilidade econômica interna ou uma oportunidade única.
Entre os países mais escolhidos, estão:
- Estados Unidos;
- Reino Unido;
- França;
- Canadá;
- China.
Quais são as vantagens de investir fora do Brasil?
Ao considerar como investir fora do Brasil, é essencial entender os benefícios que essa decisão pode trazer para a carteira de um investidor. Entre os principais, estão:
Exposição a outros mercados
Os investimentos no exterior permitem acesso a setores e empresas que não estão disponíveis na bolsa brasileira, mas que oferecem alto potencial de retorno financeiro.
Por exemplo, somente em uma das bolsas de valores americanas (sim, tem mais de uma) você encontra ações da Apple, Google, Microsoft e outras gigantes do setor de tecnologia.
Diversificação geográfica
Concentrar todos os seus investimentos em um único país aumenta a vulnerabilidade aos riscos locais, como crises econômicas, políticas ou cambiais.
Por outro lado, quando você inclui ativos internacionais em sua carteira, consegue diluir esses riscos e equilibrar o seu portfólio.
Desse modo, ainda que o Brasil enfrente uma crise, parte do seu patrimônio estará protegido contra essa instabilidade econômica.
Maior potencial de rendimento
Dependendo do país escolhido, você consegue ter acesso a um mercado com maior valorização de longo prazo em comparação ao brasileiro. Isso significa mais rendimentos!
Além disso, o seu retorno financeiro pode ser ainda maior em razão da variação cambial, especialmente em momentos de queda do real.
Será como se você tivesse dois investimentos em um.

Passo a passo de como investir fora do Brasil
Vamos aprender abaixo como investir fora do Brasil e expandir o potencial de lucro da sua carteira!
1. Defina sua forma de investimento
Antes de qualquer coisa, você deve decidir como investir fora do Brasil:
- Por meio da B3, comprando ativos como BDRs, BDRs de ETF ou ETFs oferecidos por corretoras nacionais que permitem a exposição ao exterior sem remessa internacional;
- Direto em corretora internacional, abrindo uma conta em plataforma estrangeira, transferindo seu dinheiro para o país escolhido e adquirindo diretamente os ativos internacionais.
Para fazer essa escolha, considere esses fatores:
- Complexidade operacional;
- Custos com corretagem, custódia e spreads de câmbio;
- Nível de controle sobre ativos.
Inclusive, no BTG Pactual — maior banco de investimentos da América Latina — você consegue abrir uma conta internacional, garantindo uma experiência completa de Banking e Investimentos no exterior. Saiba mais!
2. Abra uma conta em uma corretora
Não importa se você vai optar pelo investimento direto ou indireto, vai precisar abrir uma conta em uma corretora.
Contudo, se escolher por investir na bolsa, deve escolher uma instituição credenciada a operar na B3 e que seja de confiança.
Caso opte por fazer o investimento diretamente no país estrangeiro, escolha uma corretora internacional e siga o procedimento de abertura de contas.
Dica para escolher a instituição financeira estrangeira: compare taxas (corretagem, custódia, spread de compra de dólar/euro) e atendimento em português.
3. Estude o mercado do país que você deseja investir
Para decidir em qual país você vai investir e quais serão os ativos comprados, será necessário estudar o mercado financeiro internacional.
Nesse caso, pesquise informações como:
- Indicadores de crescimento, inflação e política monetária;
- Estabilidade política e riscos setoriais;
- Particularidades fiscais de retenção na fonte sobre dividendos/juros;
- Tratos tributários e regras de recorte no Brasil;
- Consulte relatórios, prospectos de ETFs e documentos do emissor;
- Horários de negociação, liquidez e volatilidade do ativo escolhido.
4. Selecione os seus ativos
Após definir o tipo de investimento que será adotado, você deverá selecionar quais ativos farão parte da sua estratégia.
Nesse caso, analise cada uma das opções, considerando os seus riscos, potencial de retorno financeiro e histórico de rentabilidade nos últimos meses.
Além disso, compare essas características com seu perfil de investidor e os seus objetivos com esse investimento.
5. Monitore sua carteira
Sua estratégia não termina com a compra dos ativos, afinal, é necessário monitorar constantemente o desempenho da sua carteira.
Nesse caso, siga essa rotina:
- Confira extratos e notas de negociação;
- Faça rebalanceamento anual ou quando a alocação desviar além de um limite pré-definido;
- Guarde comprovantes de compra/venda, extratos e informes de rendimento;
- Fique atento à variação do câmbio, que afeta diretamente no retorno em real que você terá com os ativos.
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